É oficial: o bicampeão de Fórmula 1 Fernando Alonso já confirmou que irá participar na edição de 2020 do Rali Dakar. Há uma expressão antiga em português que reza “espetar uma lança em África”, e que se refere ao facto de se conseguir vencer uma grande dificuldade. Neste caso, Alonso espera espetar uma lança no Médio Oriente, pois é na Arábia Saudita que a prova se vai desenrolar. Ao mesmo tempo, o espanhol está a preparar uma nova luta, no campo dos patrocínios, querendo impor a sua nova marca: a Kimoa.

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Nos sites e plataformas de apostas desportivas online, como a 1xbet, o momento é de calcular as “odds” e lançar o desafio aos apostadores. Quais serão as probabilidades de o espanhol conseguir vencer o Dakar à primeira tentativa? Uma coisa é certa: pilotando um Toyota, espera-se que tenha boas oportunidades de lutar pela vitória.

A Tríplice Coroa

Na impossibilidade de ter um carro vencedor na Fórmula 1, Alonso lançou-se à conquista da Tríplice Coroa: vencer o GP Mónaco (já conseguiu), 500 Milhas de Indianápolis (já tentou) e as 24 Horas de Le Mans (já conseguiu). E se ele conseguisse acrescentar o mítico Rali Dakar?

Kimoa

As disputas de Alonso estão a estender-se aos patrocínios. De acordo com o site Merca2, o piloto estará a privilegiar a Kimoa, a sua nova marca de moda, em relação aos seus patrocinadores tradicionais (como o CitiBank), e estes poderão não estar muito contentes.

É bem conhecido o historial de relações conflituosas do piloto espanhol. O caso “Spygate” de 2007, com toda a polémica que opôs o piloto à McLaren-Mercedes na Fórmula 1, contribuiu para a sua derrota e também para que a Mercedes nunca considerasse contratá-lo durante a era híbrida. Já as suas más relações com a Honda, entre 2015 e 2018, têm diminuído as suas hipóteses de conseguir um carro vencedor na IndyCar.

Estará Alonso a comprar um novo conflito, agora com os patrocínios?